TORDUM o Guardião do conhecimento escrevendo sobre os relatos dos novos aventureiros
Diário de Ycarus
Ao amanhecer, um corvo nos trouxe um recado, Clover deveria comparecer a uma reunião no castelo de Ônix, como somos uma equipe, partimos todos juntos em uma pequena viagem de 12 horas.
E então chegamos, dentro da sala de reunião, grendes mestres, incluindo Lord Angus, logo entrou o Pai André, que mais tarde descobri que treinou todos presentes naquela reunião.
Após a reunião nossa próxima missão era ir para a ravina sem sol.
Ao passar por uma sala, encontramos nosso primeiro inimigo, um esqueleto gigantesco, e bem defendido, com armadura, escudo e uma maça, mas ele estava deitado ao chão, apareentemente não estava vivo, então Clover foi conferir, ninguém sabia do perigo que estavamos acordando.
Estava sendo uma luta dificil, então com sua grande genialidade, Alampi, foi arremassar cascalho no esqueleto de aproximadamente 6 metros , tipo, ele tem uma espada, por que ele foi jogar cascalho, mas para derotar de vez o esqueleto tivemos que chamar Tulinho para nos salvar.
Mary escreve : Sessão 5
Continuamos o nosso caminho pela cidadela sem sol. Entramos por vários caminhos, tinham vários destroços e coisas destruídas pelo chão, mas continuamos o nosso caminho, adentrando cada vez mais naquela cidadela. Mais para frente chegamos em uma espécie de ponte. Dos dois lados não tinha nada, apenas o escuro do abismo. Enquanto passávamos pela ponte, ficou tudo escuro, a ponto de não conseguirmos enxergar nada. Um monstro enorme surgiu, parecia ser um dragão. Tentamos lutar contra ele, mas era inútil. Obviamente, ele era bem mais forte e nossas armas pareciam não causar nenhum efeito nele. Clover acabou caindo no abismo enquanto lutava, mas nós não demos muita importância porque estávamos tentando derrotar o dragão. Depois, Alamp, Gemar e Eriksen também caíram e, como só tinha sobrado eu e Ycarus, eu o empurrei e me joguei no abismo junto com os outros, porque eu sabia que só nós dois sozinhos não conseguiríamos derrotar o monstro. Ficamos caindo por muito tempo até finalmente chegarmos numa sala fechada, mas depois de um tempo que estávamos lá, o monstro apareceu novamente e conseguimos derrotá-lo, e nós continuamos nosso caminho dentro da cidadela.
Jemar escreve:
Dentro da Cidadela Sem Sol, por mais um tempo ficamos sem Tulim. Sua ajuda era muito necessária, porém, tínhamos que seguir nosso caminho sem ele.
Chegando à caverna, dentro da Cidadela Sem Sol, deparamo-nos com uma estrada interrompida, estruturas inabitáveis, totalmente destruídas, como se tudo tivesse desmoronado e caído ao chão. Então, decidimos prosseguir em frente, sem medo de nos arriscarmos, em busca de novas descobertas e aventuras.
Quando estávamos no meio do caminho, alguns caindo, outros se machucando, sentimos um tremor. Tudo ficou escuro. O sol que antes nos iluminava se apagou. Todos se perguntaram como aquilo poderia ter acontecido e, em choque, ainda assim decidiram continuar.
Mais à frente, surgiu um monstro gigantesco. Alguns de nossos membros, meus amigos, estavam caídos. Eu, também ao chão, resolvi gritar para Clover:
— Clover, você ainda tem um apito para chamar Túlio?
Ele me olhou com uma expressão divertida, quase rindo, tirou o apito do bolso e chamou Túlio, que mais uma vez nos salvou e restaurou nossas forças. Logo após Túlio derrotar o monstro, seguimos nosso caminho em paz, adentrando cada vez mais fundo na Cidadela Sem Sol.
E foi assim que se encerrou mais um dia em nossa busca por concluir a Ravina.
Clover esvreve:
Hoje, eu, Clover, e meu grupo de companheiros, Ycarus, Mary, Jemar, Alamp e Eriksev, fomos convocados ao castelo do nosso lorde. Ele nos confiou uma missão: tomar conta de uma guarnição chamada Lunarfall. Não muito longe, mas longe o suficiente para que a jornada fosse longa e desgastante.
Passamos por diversas cidades até alcançarmos uma região tomada por mortos-vivos. Quando a carruagem parou subitamente, percebi que estávamos cercados. O frio cortante da neve se infiltrava pelas frestas, e a tensão era palpável. Foi nesse momento que Mary, em um ato impensado, quebrou uma das janelas, deixando o frio entrar de vez. Foi um erro. Um erro grave.
Eu senti o chamado de Khalmir. O som do julgamento sussurrando dentro da minha mente. Ele me deu um sinal, e eu sou seu servo. Sem hesitar, quebrei a mesa da carruagem e bloqueei a janela, tentando conter a desordem que Mary causou. Eu queria repreendê-la... talvez até julgá-la ali mesmo. Mas me controlei. Por pouco.
Foi então que a porta da carruagem se rompeu. Um zumbi grotesco, obeso e fétido, estava prestes a nos atacar. E naquele instante em que a justiça parecia prestes a falhar... surgiu ele. Lorde Angus, o Deus do Equilíbrio.
Ele exterminou todos os zumbis como se fossem folhas ao vento, e antes que pudéssemos entender o que estava acontecendo, nos teleportou até Lunarfall. Uma cidade estranhamente bela, com gramados vibrantes, árvores de tom roxo e um clima que beirava o encantador. Lorde Angus nos alimentou e nos armou. Eu me perguntei se aquilo fazia parte de algum equilíbrio maior. Mas não pude questionar. Khalmir ensina que a justiça não se confunde com a dúvida.
Exploramos a cidade, e eu conversei com alguns moradores. A maioria parecia normal... aparentemente. Mas ao entrar na taberna, senti algo diferente, algo errado. A atmosfera me incomodava. Vi Ycarus ali dentro, ele estava estranho, fora de si. Puxei-o para fora. No momento em que cruzou a porta, ele voltou ao normal. Algo naquela taberna mexe com a mente das pessoas, e minha fé me alertou disso de imediato.
Mais tarde, fui até a prefeitura, que seria nossa moradia. O local estava um caos. Sujo, desorganizado... corrompido por uma briga entre Mary e Jemar. Limpei tudo. Não por vaidade, mas porque não posso tolerar o desequilíbrio. O erro. A sujeira é um reflexo do descontrole, e o descontrole leva ao caos. E o caos, Khalmir não perdoa.
Retornamos à taberna à noite. Mary, Jemar e Eriksev pareciam... afetados. Assim como Ycarus antes. Fiquei em alerta. Pedimos comida, mas antes de sermos servidos, uma briga começou no local. Eu me preparei para intervir, e, se necessário, executar. Mas a situação se resolveu antes que a Justiça precisasse descer sua mão.
Comemos. Pedi desculpas aos presentes pela confusão. Era o mínimo que a Ordem exigia de mim. Em seguida, voltamos à prefeitura, e descansamos.
Mas eu não descansei.
Há algo errado em Lunarfall. Eu sinto.
Khalmir sente.
E se alguém nesta cidade, seja amigo ou estranho, cruzar a linha da justiça... eu não hesitarei.