domingo, 14 de setembro de 2025

Capítulo 03

TORDUM o Guardião do conhecimento escrevendo sobre os relatos dos novos aventureiros 


Do Diário de Glover:
Acordei após um breve cochilo na prefeitura e fui procurar meus companheiros. Eles estavam na grande loja ao lado da prefeitura. Cumprimentei o anão dono da loja e percebi algo que me chamou atenção. Pedi a Mary que me emprestasse algumas das moedas de ouro que ela havia conseguido na luta contra os zumbis. Ela me deu. Com o ouro, comprei uma carroça grande e uma mula, à qual dei o nome de Galês. Mary insistiu em chamá-la de Sabrina Galês. Deixei Galês no celeiro próximo à prefeitura, sob os cuidados de um gnomo que cuidava dos animais.
A noite chegou rapidamente e fomos dormir. Por volta das duas da manhã, fomos despertados por sons de tentativa de arrombamento. Peguei meu martelo, preparado para defender-nos, e todos permaneceram em alerta. Não vimos ninguém, mas um pensamento surgiu: e se alguém tivesse roubado Galês? Corri para o celeiro, abri a porta e vi que ela estava bem, impecável. Respirei fundo e agradeci ao gnomo, talvez bêbado, antes de sair.
Ao voltar, encontrei o esqueleto que eu havia ajudado antes entrando na prefeitura. Entrei com cautela, acompanhado de Jemar e Mary, e subimos as escadas em direção aos quartos. O frio era intenso e a atmosfera parecia desacelerada. No topo, batemos na porta do quarto de Eriksev. Ycarus estava estranho, falando de gatos no telhado. Jemar comentou se seriam Michael e Jackson. Não demorou, os gnomos apareceram e perguntaram se alguém os chamara, iniciando mais um show de luzes bizarro. Informei que o outro gnomo do celeiro possuía as pedras que haviam sido roubadas anteriormente.
Na manhã seguinte, fiz minha oração a Khalmir e, ao vestir minha armadura, vi Jemar bater o martelo em seu próprio pé tentando se manter acordado, machucando-se no processo. Fui verificar Galês no celeiro. Ela estava impecável, o gnomo havia cumprido seu trabalho com excelência. Levei-a até o portão de Lunarfall junto com a carroça, ajudando Jemar, agora com o pé enfaixado, a subir. Depois, fui à taberna comprar cinco refeições, uma para cada membro da viagem à Ravina sem Sol. Subi novamente à loja, encontrei o anão cantando em cima do balcão e comprei cinco tochas e cinco óleos para iluminação durante a viagem.
Tudo pronto, os companheiros subiram na carroça e eu me posicionei sobre Galês. Durante o caminho, pegamos algumas maçãs para alimentar Galês e seguimos em direção à Ravina sem Sol. Passamos por uma pequena cidade, deserta e silenciosa. Mary tinha um pergaminho que indicava que a cidade estava sob influência de um feiticeiro, e não podíamos ignorar isso. Decidimos investigar e encontramos o xerife da cidade. Conversamos brevemente, mas ninguém permitiu que dormíssemos dentro das casas. Optamos por passar a noite em um sobrado de celeiro, organizando a vigia. Eriksev e Ycarus permaneceriam alertas, enquanto os outros descansavam.
O sono foi interrompido por gritos. Vários kobolds atacaram e Eriksev estava peludo,tipo um lobisomem, mas ainda estava ajudando a nós enfrentar os monstros. Levantei rapidamente e comecei a atacar os kobolds. Um estrondo chamou nossa atenção. Um kobold enorme apareceu e bateu nos pilares do sobrado, fazendo o teto desabar sobre nós. Apesar dos escombros, ouvi a voz de Khalmir me guiando, dizendo que eu precisava atacar.
Avancei sobre os corpos dos kobolds e golpeei o gigante com minha marreta, cegamente e sem hesitar. Um dos kobolds lançou um feitiço em meu peito, deixando algo pulsando verde, mas não me distraí. Então, sob a luz da lua, um homem surgiu, saltou sobre o kobold gigante e o destruiu com suas duas espadas. Ele acendeu uma luz que nos curou e nos trouxe segurança. Seu nome estava estampado na roupa: Tulinho. Entregou-nos um apito para chamá-lo se necessário e partiu em seu grifo, deixando a luz que afugentava os kobolds conosco.
Exausto, mas em paz, senti a Justiça de Khalmir guiando meus passos mais uma vez


Do Diário de Eriksev:
Querido diário,
Por mais um dia onde precisávamos de alimentação, logo de manhã eu e meus amigos fomos à uma loja onde um bom vendedor se encontrava, imagino que ele seja latino, mas mesmo que eu tenha tentado falar com ele em sua língua em forma de respeito, ele me enfeitiçou com um feitiço onde eu apenas podia falar ao contrário, o que foi estranho, mas após fazermos as compras, eu quis me desculpar com ele e mostrar que em nenhum momento eu quis desrespeita-lo, ele em um ato bondoso me presenteou com um feitiço onde eu podia enxergar no escuro, o que foi muito útil mais tarde. Mais tarde na prefeitura eu acordei com Ycarus me dizendo que havia gatos no telhado e o que me assusta é que ele estava correto, havia gatos no telhado, eu penso o que gatos estavam fazendo lá, gatos são realmente criaturas impressionantes, mas após eu tentar dormir, o que foi difícil, eu acordei de manhã vendo Jemar batendo com sua marreta em seu próprio pé, não comentei nada, afinal isso não me impressiona mais. Enfim, após me conectar com Allihhana, ela me agraciou com uma nova benção, que ainda quero usar futuramente. Mas após termos tudo certo para irmos até a ravina sem sol, fomos em direção com a nova integrante do grupo, Galês, nossa fiel mulinha. No caminho, encontramos algumas macieiras, onde pegamos umas maçãs junto de um esqueleto. Enfim, após tudo isso, chegamos em uma vila pacata com alguns moradores, onde Mary sabia que estava a ataques de um terrível feiticeiro, então decidimos que era melhor proteger essa vila, pois faz parte da nossa guarnição, como estava de noite e não tínhamos local para ficar, decidimos nos abrigar em um celeiro que havia por ali, então eu e Ycarus ficamos na guarda da noite, porém para nossa sorte, koboldes aparecerem tentando nos matar, então eu e Ycarus ficamos defendendo enquanto os outros não acordavam, mas após batermos em alguns koboldes, de repente, algo chamou nossa atenção, uma criatura grotesca e gigantesca, o que chamou minha atenção, pois não conseguia vê-lo, mesmo com meu feitiço de enxergar no escuro. Única coisa que eu ouvia eram gritos de Clover e alguns soados de marreta batendo na cabeça do monstro. Após esse enorme kobolde destruir o teto do nosso celeiro, um herói ajudou nos, Tulinho era seu nome, chegando e partindo o bicho em dois, ele era muito gente boa, me entregou uma poção de cura. Mas após todas as conversas, nós podemos finalmente descansar. Que a graça de Allihhana esteja com todos.


Do Diário de Jemar:
No terceiro dia, todos acordamos um pouco mais tarde que o normal, então decidi rezar para Khalmir. Levantamos e fomos comprar equipamentos para a nossa viagem rumo à Ravina Sem Sol. Como eu tinha poucas moedas, pois tinha gastado todas, resolvi pedir algumas para Mary, que logo me emprestou. Comprei um cantil, uma corda e uma mochila, além de duas rações de viagem para mim, é claro. Também vi Clover comprar um jegue e uma carroça. Já que estava quase anoitecendo, resolvi ir dormir. Durante a noite, acordamos novamente com tentativas de abrir a porta. Abrimos a porta e, dessa vez, não havia nada. Clover se lembrou do seu jegue, que havia deixado no celeiro, e corremos até lá. Ele estava sob os cuidados de um gnomo. Vimos um esqueleto entrando na prefeitura. Fomos calmamente e, ao entrar novamente lá, sentimos um ar frio e tenso. Subimos as escadas até os dormitórios. Tudo pareceu lento. Voltamos ao quarto e tudo voltou ao normal. Vimos Ycarus falando de gatos no telhado. De repente, Michael e Jackson surgiram no meio da sala novamente com aquele show de luzes. Clover os fez sumirem, dizendo que havia pedras no celeiro.
Dormi muito mal e sentia que precisava orar para Khalmir. Decidi me dar uma marretada no pé para ficar acordado e orar mesmo assim. Bati com muita força, vi meu pé quase virar pedaços. Machuquei demais e tive que ir a uma loja para tentar me curar. Ao entrar, tinha um anão. Ele me ofereceu uma bebida esquisita e eu bebi. Fiquei muito estranho, vi coisas que ninguém mais via e, cambaleando, fui até a porta da cidade. Clover estava lá, com sua carroça, preparando as coisas para a viagem. Ele me ajudou, enchendo meu cantil e me colocando na carroça.
Logo peguei no sono e não me lembro de mais nada, só de quando chegamos a uma vila pequena no caminho para a Ravina Sem Sol. Não lembro muito do que ouvi, mas se não me engano, ouvi Mary falar que havia um vilão... Mais especificamente um mago que assolava a vila. Então, resolvemos ficar para ajudar.Já estava escurecendo e não tínhamos muito o que fazer. Clover arrumou a carroça embaixo de uma cobertura, arrumou duas tochas acesas do lado de fora, e fomos dormir. Decidimos revezar a guarda: enquanto uns dormiam, outros vigiavam. Como eu estava muito cansado por causa da armadura, acabei dormindo um pouco a mais.Ainda no início da noite, vários bichos... Ouvi Clover falar o nome: "Kobolds", eu acho. Eles nos atacaram, mas em grupo, derrotamos a maioria deles. Porém, um monstro maior apareceu. Clover, o herói da noite, conseguiu derrubar o monstro e continuou batendo nele. Senti a presença de Khalmir nele. O monstro tentava levantar, mas Clover não deixava, batia e batia nele.
Até que vimos alguém aparecer. Ele destruiu o último Kobold e finalizou o monstro maior. Resolveu nos ajudar, dando uma cura para todos e um apito para Clover, que podia chamá-lo quando precisasse. Ele foi embora, e logo dormimos, esperando o próximo dia para então entrar na Ravina Sem Sol.


Diário de Ycarus:
Fui acordado na madrugada com um tumulto realmente estressante, Jemar e Mari alegaram que ouviram barulhos de tranca vindo da porta de nosso quarto, suspeitavam que eram gnomos, e era, ao abrir a porta eles desapareceram, apareentemente não furtaram pertences nossos, então preocupado Clover foi averiguar sua burra junto com Mari e Jemar, fiquei no quarto com Erik, mas eu ouvia eles, os gatos, muitos gatos, em cima do telhado, quando eles voltaram para o quarto, também ouviam os gatos, obviamente tinha gatos no telhado mas Erik não levou esse papo a sério.
Ao acordar, vi Jemar, dando uma marretada no próprio pé (os gatos deixaram ele louco com certeza).
Então todos fomos para a carroça, com destino para a masmorra sem sol, parecia que Jemar tinha fumado um "cigarin do capeta", tava muito chapado.
Era um longa estrada até lá, estava quase a escurecer então paramos na Vila Fria, onde os cidadãos temiam um tal de "Feiticeiro Baltus Dai".
Paramos a carroça e organizamos rondas para a noite, pois foi dito que a noite kobolds atacavam.
A Primeira ronda era feita por mim e Erik, mas não temos sorte, e logo apeareceu os temidos kobolts, incluindo um kobolt enorme e gordo, mas apareceu o grande mestre Tulinho para nos salvar.


quinta-feira, 11 de setembro de 2025

Capítulo 02

TORDUM o Guardião do conhecimento escrevendo sobre os relatos dos novos aventureiros 

Do Diário de Glover:
Hoje, eu, Clover, e meu grupo de companheiros, Ycarus, Mary, Jemar, Alamp e Eriksev, fomos convocados ao castelo do nosso lorde. Ele nos confiou uma missão: tomar conta de uma guarnição chamada Lunarfall. Não muito longe, mas longe o suficiente para que a jornada fosse longa e desgastante.
Passamos por diversas cidades até alcançarmos uma região tomada por mortos-vivos. Quando a carruagem parou subitamente, percebi que estávamos cercados. O frio cortante da neve se infiltrava pelas frestas, e a tensão era palpável. Foi nesse momento que Mary, em um ato impensado, quebrou uma das janelas, deixando o frio entrar de vez. Foi um erro. Um erro grave.
Eu senti o chamado de Khalmir. O som do julgamento sussurrando dentro da minha mente. Ele me deu um sinal, e eu sou seu servo. Sem hesitar, quebrei a mesa da carruagem e bloqueei a janela, tentando conter a desordem que Mary causou. Eu queria repreendê-la... talvez até julgá-la ali mesmo. Mas me controlei. Por pouco.
Foi então que a porta da carruagem se rompeu. Um zumbi grotesco, obeso e fétido, estava prestes a nos atacar. E naquele instante em que a justiça parecia prestes a falhar... surgiu ele. Lorde Angus, o Deus do Equilíbrio.
Ele exterminou todos os zumbis como se fossem folhas ao vento, e antes que pudéssemos entender o que estava acontecendo, nos teleportou até Lunarfall. Uma cidade estranhamente bela, com gramados vibrantes, árvores de tom roxo e um clima que beirava o encantador. Lorde Angus nos alimentou e nos armou. Eu me perguntei se aquilo fazia parte de algum equilíbrio maior. Mas não pude questionar. Khalmir ensina que a justiça não se confunde com a dúvida.
Exploramos a cidade, e eu conversei com alguns moradores. A maioria parecia normal... aparentemente. Mas ao entrar na taberna, senti algo diferente, algo errado. A atmosfera me incomodava. Vi Ycarus ali dentro, ele estava estranho, fora de si. Puxei-o para fora. No momento em que cruzou a porta, ele voltou ao normal. Algo naquela taberna mexe com a mente das pessoas, e minha fé me alertou disso de imediato.
Mais tarde, fui até a prefeitura, que seria nossa moradia. O local estava um caos. Sujo, desorganizado... corrompido por uma briga entre Mary e Jemar. Limpei tudo. Não por vaidade, mas porque não posso tolerar o desequilíbrio. O erro. A sujeira é um reflexo do descontrole, e o descontrole leva ao caos. E o caos, Khalmir não perdoa.
Retornamos à taberna à noite. Mary, Jemar e Eriksev pareciam... afetados. Assim como Ycarus antes. Fiquei em alerta. Pedimos comida, mas antes de sermos servidos, uma briga começou no local. Eu me preparei para intervir, e, se necessário, executar. Mas a situação se resolveu antes que a Justiça precisasse descer sua mão.
Comemos. Pedi desculpas aos presentes pela confusão. Era o mínimo que a Ordem exigia de mim. Em seguida, voltamos à prefeitura, e descansamos.
Mas eu não descansei.
Há algo errado em Lunarfall. Eu sinto.
Khalmir sente.
E se alguém nesta cidade, seja amigo ou estranho, cruzar a linha da justiça... eu não hesitarei.


Do Diário de Eriksev:
Querido diário,
Vamos lá para mais um dia em lunarfall, onde nosso dia não começou muito legal, pois logo de manhã, do absoluto nada, ovos começaram a vir em nossa direção no centro da cidade, e deles, saíram criaturas horrendas com o que me pareciam ser sacos na cabeça, eles eram hostis, então fomos obrigados a enfrentá-los para defender lunarfall, o que não foi fácil, as criaturas eram fortes, mas nosso grupo foi capaz de derrota-lós, quando nossa luta acabara, estava anoitecendo, e nosso grupo com fome, então fomos à taberna novamente, e de novo após entrar naquele local eu senti algo estranho de novo, me parece ser atração misturado com paixão por aquelas atendentes, espero que isso não aconteça mais. Mas conseguimos nos alimentar, então eu fui até a prefeitura para descansar pois já era de noite. Eu achei essa noite esquisita, pois meus colegas me falaram que gnomos aparecerem com shows, acho que se chamavam Michael e Jackson, estava muito curioso mas infelizmente perdi o que aconteceu, com muita chateação voltei a dormir, para no dia seguinte sair em uma jornada até uma tal de ravina sem sol que o Clover comentou, infelizmente, Alamp ficou pra trás por conta do cansaço, mas em nossa jornada acabou de encontrarmos mais mortos-vivos pelo instinto de bondade de Clover. Conseguimos derrotá-los mas com muita dificuldade, após percebemos que estávamos mal-preparados pra essa jornada, acabamos voltando a prefeitura para descansarmos pois não sabíamos o que nós aguardava.


Do Diário de Jemar:
Dia dois em Lunarfall começou de forma boa eu dormi pouco à noite porém levantei orei para Wynna, coloquei minha armadura e fui até o centro da cidade para falar juntamente com meus amigos e, do nada, do meio da cidade começam a rolar ovos pelas montanhas aterrorizando os moradores que saíram então eu e meus amigos conseguimos derrotar todos os monstros e deixar a vida em paz com isso fomos à taberna para comer antes de viajar entrando lá me apaixonei por uma orc linda, então eu e Eriksev ficamos lá apaixonados e comendo enquanto o nosso amor acendedia uma chama em nós
Logo após Clover veio até nós dizendo que tinha encontrado uma missão para nós, pegamos e seguimos com a minha frente em busca dessa aventura. Porém antes de sair da vila já tinha anoitecido e resolvemos ficar para dormir e a noite aconteceu algo horrivel durante a noite, logo por umas quatro ou 3h00 da manhã escutei barulhos na porta juntamente com meus amigos me levantei pra ver apenas Eriksev e a Alamp ficaram dormindo profundamente enquanto eu e meus outros amigos tínhamos acordados.. vi o que acontecia e Ycarus e Mary foram conferir a porta eu vi Clover ir perto de seus pertences então resolvi fazer igual.. Clover ficamos protegendo nossas armaduras e escudos, ao abrir a porta dois gnomos chamado de Michael e outro de Jackson começar a dançar a música depois de um tempo que eles foram embora e depois que já tinham dançado e cantado todos voltaram a dormir porém no outro dia acordamos todos cansados
Mesmo assim fomos a nossa jornada em busca da ravina sem sol um de nossos amigos decidiu ficar e não ir uma escolha muito errada porém não podíamos forçá-lo nada fomos em busca
No meio do caminho enfrentamos um confronto muito difícil, passando perto das macieiras, Clover viu um velho deitado embaixo das arvores e decidiu ir ajudar, quando ele se aproximou e derrepente, zumbis sairam de cimas das arvores, era uma armadilha.. conseguimos passar Logo após que derrotamos todos, voltamos à vila pois estavamos cansados e precisavamos de Alamp em nosso grupo, quando voltamos eu e Clover vimos a Alamp no chão, eu como tenho um pouco de estudos em medicina tentei ajudá-lo, e fui atrás de ajuda com outros médicos além de eu ter um diagnóstico dele, derrepente, ganhei um sinal de minha deusa, Wynna, me entregou uma carta de coringa, não entendi de primeira, mas ai eu percebi, ela não pode ser a minha deusa, falei com Clover e ele me guiou até Khalmir, sou devoto à ele agora.. chegou fim do dia e resolvi dormir

Diário de Ycarus
Já é o segundo dia em Lunarfall, onde eu e meus companheiros estavamos reunidos ao lado da fonte, quando do nada, ovos começaram a rolar das colinas, e de dentro sairam criaturas com um saco de lixo na cabeça, depois de derrotarmos eles, fomos direto para a taberna comer.
Ao sair Clover anunciou uma possivel missão para nós, ir para a ravina sem sol, então todos concordaram, mas ja estava de noite, e resolvemos esperar ao amanhecer.
Acordei de madrugada com barulhos suspeitos, vi que Mari também estava acordada, e fomos checar o barulho, ao abrirmos a porta, dois gnomos, Michael e Jackson, cujo deram um show para nós e desapareceram, mas parece que estas pestes entraram em minha cabeça, não consigui dormir nem por 1 minuto.
Ao amanhecer iriamos para a ravina sem sol, mas Alamp preferiu ficar de repouso.
Estavamos no caminho, até aparecer um senhor deitado em uma macieira, Clover ao averiguar o senhor, iniciou a armadilha, zumbis cercaram nós, ao derrotarmos eles, estavamos exaustos, então voltamos para descansar e finalizar o dia.


quarta-feira, 10 de setembro de 2025

Tordum o Guardião do conhecimento

 TORDUM o Guardião do conhecimento
* suspirando* 
* de cabeça baixa lendos os relatórios dos novos membros*

Credito da imgem:  Commisssion by MaroBot on DeviantArt



domingo, 7 de setembro de 2025

Capítulo 01

TORDUM o Guardião do conhecimento foi incumbido de escrever as memorias de um seleto grupo de jovens, memorias estas que deveriam ser escritas por cartas e encaminhadas todo final de missão, para que o mesmo seja repassado ao Supremo Overlord Angus e Argus os irmãos do equilíbrio, e avatares em terra do Deus do Equilíbrio.


Um grupo de jovens criados no castelo de Ônix, após seus pais serem mortos na quarta grade batalha pela liberdade, ficaram sob a tutela do castelo ate completarem 16 anos e após esta idade foram incumbidos na primavera de defender uma guarnição do supremo, abaixo segue os relatos fielmente repassados.


Do Diário de Glover:
Hoje, eu, Clover, e meu grupo de companheiros, Ycarus, Mary, Jemar, Alamp e Eriksev, fomos convocados ao castelo do nosso lorde. Ele nos confiou uma missão: tomar conta de uma guarnição chamada Lunarfall. Não muito longe, mas longe o suficiente para que a jornada fosse longa e desgastante.
Passamos por diversas cidades até alcançarmos uma região tomada por mortos-vivos. Quando a carruagem parou subitamente, percebi que estávamos cercados. O frio cortante da neve se infiltrava pelas frestas, e a tensão era palpável. Foi nesse momento que Mary, em um ato impensado, quebrou uma das janelas, deixando o frio entrar de vez. Foi um erro. Um erro grave.
Eu senti o chamado de Khalmir. O som do julgamento sussurrando dentro da minha mente. Ele me deu um sinal, e eu sou seu servo. Sem hesitar, quebrei a mesa da carruagem e bloqueei a janela, tentando conter a desordem que Mary causou. Eu queria repreendê-la... talvez até julgá-la ali mesmo. Mas me controlei. Por pouco.
Foi então que a porta da carruagem se rompeu. Um zumbi grotesco, obeso e fétido, estava prestes a nos atacar. E naquele instante em que a justiça parecia prestes a falhar... surgiu ele. Lorde Angus, o Deus do Equilíbrio.
Ele exterminou todos os zumbis como se fossem folhas ao vento, e antes que pudéssemos entender o que estava acontecendo, nos teleportou até Lunarfall. Uma cidade estranhamente bela, com gramados vibrantes, árvores de tom roxo e um clima que beirava o encantador. Lorde Angus nos alimentou e nos armou. Eu me perguntei se aquilo fazia parte de algum equilíbrio maior. Mas não pude questionar. Khalmir ensina que a justiça não se confunde com a dúvida.
Exploramos a cidade, e eu conversei com alguns moradores. A maioria parecia normal... aparentemente. Mas ao entrar na taberna, senti algo diferente, algo errado. A atmosfera me incomodava. Vi Ycarus ali dentro, ele estava estranho, fora de si. Puxei-o para fora. No momento em que cruzou a porta, ele voltou ao normal. Algo naquela taberna mexe com a mente das pessoas, e minha fé me alertou disso de imediato.
Mais tarde, fui até a prefeitura, que seria nossa moradia. O local estava um caos. Sujo, desorganizado... corrompido por uma briga entre Mary e Jemar. Limpei tudo. Não por vaidade, mas porque não posso tolerar o desequilíbrio. O erro. A sujeira é um reflexo do descontrole, e o descontrole leva ao caos. E o caos, Khalmir não perdoa.
Retornamos à taberna à noite. Mary, Jemar e Eriksev pareciam... afetados. Assim como Ycarus antes. Fiquei em alerta. Pedimos comida, mas antes de sermos servidos, uma briga começou no local. Eu me preparei para intervir, e, se necessário, executar. Mas a situação se resolveu antes que a Justiça precisasse descer sua mão.
Comemos. Pedi desculpas aos presentes pela confusão. Era o mínimo que a Ordem exigia de mim. Em seguida, voltamos à prefeitura, e descansamos.
Mas eu não descansei.
Há algo errado em Lunarfall. Eu sinto.
Khalmir sente.
E se alguém nesta cidade, seja amigo ou estranho, cruzar a linha da justiça... eu não hesitarei.


Do Diário de Eriksev:
Querido diário,
Hoje não foi só mais um dia qualquer, eu e meus amigos tivemos grandes aventuras, nosso senhor nos chamou pra cuidar de uma guarnição, não lembro ao certo o nome, acho que era lunarqueda ou lunarfall, alguma coisa assim. Não posso falar que não gostei, passamos por belas criações da Allihanna, toda essa natureza que me chama, Allihanna realmente não decepciona. Porém, após passar por lindas paisagens, chegamos em uma cidade do que me pareciam ser mortos-vivos, cada dia que passa eu não consigo me surpreender mais, mas enfim, o frio nos assolava cada vez mais, até que em um ato desesperado marry ou marrie, não sei o nome dela, e levando em conta a ação precipitada dela hoje eu não estou com tanta confiança nela, ela simplesmente quebra uma das janelas da nossa carruagem, deixando assim o frio alarmante que estava, maior ainda. Mas após isso, Clover, grande amigo meu (mesmo sendo alguém mais frio, mas de coração enorme) teve uma brilhante ideia de tapar a janela com um pedaço da mesa da carruagem, isso ajudou em um momento, mas ainda sim eram muitos deles, então a carruagem não deu conta e cedeu para um monstro asqueroso que estava prestes a causar o nosso fim ali mesmo, mas Lorde Angus, nosso grande senhor e cuidador, exterminou todas as criaturas ali presentes, nos repreendendo por termos sido precipitados em não pedir equipamento para nossa jornada, mas antes que outra criatura ali presente nos atacasse novamente, Lorde Angus teletransportou a gente até a guarnição de Lunarfall, nos, dessa vez equipados, fomos explorar a guarnição, eu não notei nada demais, mas sentia que o grupo precisava se reunir, então avistei Clover e fui falar com ele, ele falou pra encontramos todos do grupo, então eu e Clover saímos, até que encontramos Jemar, que pediu para nos acompanhar, após isso então eu e Jemar fomos em busca de Marrie, e descobrimos que ela tinha sido presa, e que o único jeito de liberá-la era pagando, e nós não tinha moedas de ouro, mas graças a Allihanna, Jemar deu um jeito de solta Marrie facilmente, não sei como aconteceu mas só sei que o guarda que nos informou que tínhamos que pagar parecia bem contente. Depois que todos estávamos juntos, até brigas ocorreram e nosso local para dormir estava imundo, mas Clover limpou tudo, então nós 6 fomos até a taberna para comemos, não me senti muito bem naquele lugar, algo parecia ter me enfeitiçado. Mas enfim. Comemos e fomos dormir, pois acreditamos que amanhã será um longo dia.


Do Diário de Jemar:
Começamos em um reino muito rico e com pessoas poderosas tivemos a honra de conhecer o rei e ele não deixe não a uma guarita “Cidade “ para cuidar, seguindo até lá fomos parados no meio do caminho por uma legião de zumbis nós sem equipamentos ficamos em pânico alguns arrancaram pernas de pau de dentro da carroça, outros caíram, mas o que achei mais engraçado é que mesmo sabendo que estava frio lá fora a Mary Quebra a janela da carroça então o clover coloca um pedaço de madeira para ver dar o frio porém como o vento era forte eu gema pensei em ajudar ele e pensei um toco de madeira e deixei ele livre pra se precisasse lutar, então logo em seguida algo nos aterrorizou um sub extremamente obeso arranca porta invadir carruagem então quando ele vai entrar Lord Angus chega e a Nik Killa todos depois de dar um sermão toda transporta a nós para lunar Nossa guarita, então eu tinha que dormir por 12h00 logo a Mary me acordou com um tapa então a Mary foi presa por tentar roubar comida de um restaurante e para salvá-la eu fiz uma proposta um guarda o qual aceitou e me deu 10 moedas de ouro por isso Então fomos para a prefeitura e logo acabou o dia com a Mary livre e todos dormindo


Diário de Ycarus
Após crescer dentro do Castelo de Ônix, Lorde Angus encaminhou eu e meus companheiros, Clover, Erik, Mari, Jemar e Alampi, para proteger e tomar conta de uma guarnição, Lunarfall.
E então partimos para a viagem, mas algo estava errado, a carruagem estava lente demais, até chegar um momento que ela parou, então vimos o problema uma ordem de zumbis cercaram nós, até que um zumbi muito obeso arranca a porta, e quando ia nos atacar, Lorde Angus apareceu e destruiu todos os zumbis ao nosso arredor, e ele nos teleportou direto a Lunarfall.
Após um sermão, fui explorar nossa guarnição, Clover alegou que quando eu estava na taberna, estava alterado, como se fosse uma magia poderosa, mas eu nem me lembro de ir a taberna.
Depois descobri, que Mari, ja tinha sido presa e ja estava solta, por sair da taberna sem pagar, depois desse longo dia fomos para nosso quarto descançar, e assim acaba o dia.