Na visão do ANÃO:
Saímos daquele subterrâneo carregando cansaço, cheiro de sangue velho e a estranha sensação de termos visto apenas a superfície do mal que habitava o lugar. O culto do amanhecer... o nome continuava ecoando na minha cabeça como marteladas irregulares. Quando retornamos ao cemitério, percebi uma presença que não deveria estar ali. O ar ficou pesado, o vento parou, e então o vi: um corpo montado sobre um cavalo espectral, mas sem cabeça. O cavaleiro sem cabeça. Antes que eu pudesse erguer meu martelo, ele lançou abóboras com encantadas contra nós. Cada uma acendeu uma luz que não era luz, e em segundos nossos corpos começaram a se mover sem permissão, dançando como fantoches. Horas presas naquele delírio, como se o riso invisível daquele espírito zombasse do nosso esforço.
Quando finalmente fomos libertos, ou quando aquilo decidiu nos largar, voltamos à taverna. Eu me sentia exausto, envergonhado e irritado. Almoçamos, mas a comida parecia cinza na boca. Depois segui até a cidade para encontrar o ferreiro local. Era um homem habilidoso, do tipo que trata o metal como amigo e não ferramenta. Ele me mostrou o molde de uma armadura que estava construindo e senti o coração apertar. Era bela, equilibrada, digna. Dava até para imaginar o som da bigorna que moldou cada placa. Mas quando o ferreiro disse o preço, percebi que não havia como comprá-la. Dinheiro nunca foi minha motivação, e mesmo assim senti um peso estranho, como se estivesse decepcionando a mim e aos meus mortos.
Ficamos conversando por um tempo. Ele mencionou meu pai, Tulinho,
e como era conhecido por sua resistência e teimosia. Falar disso
reacendeu memórias que eu mantinha guardadas sob camadas de fuligem.
Voltei para a taverna com a mente cheia e o peito apertado.
Foi
então que o céu escureceu de maneira antinatural. Moradores
correram, portas se fecharam, animais foram recolhidos. A tormenta
estava chegando. Era como se o próprio mundo respirasse mais fundo
antes de gritar. Um dos nossos companheiros nos mostrou um mapa,
procurando alguém chamado José. Sem saber se íamos atrás de um
homem, uma pista ou um problema, seguimos.
O mapa nos levou a um
acampamento tomado pela neve. No instante em que pisei no gelo, senti
algo esfriar dentro de mim. Não o frio normal da montanha, mas um
gelo que parecia vir de dentro, como se apagassem temporariamente as
brasas da minha fé. O silêncio era quase agressivo. Quando chegamos
ao centro do acampamento, encontramos sangue espalhado, manchas
arrastadas, marcas que denunciavam desespero. E então, vozes. Não
eram sussurros normais, eram como rezas invertidas. O culto do
amanhecer estava ali, ou o que havia sobrado dele.
Vimos uma pequena casa, quase soterrada pela neve. Entramos
preparados para o pior. Lá dentro, encontramos uma figura curvada
sobre pergaminhos e frascos, alguma mistura entre feiticeiro, bruxo e
necromante. Seus olhos brilhavam como brasas fenecidas, e enquanto
tentávamos entender o que era, ele fez um gesto que trouxe vida ao
que deveria ficar no escuro. Aranhas surgiram, grandes, rápidas, com
olhos brilhantes e presas sujas. Elas avançaram, e naquele momento
puxei meu martelo, sentindo as cicatrizes queimarem sob as
correntes.
A chama dentro de mim acordou. Era hora de lutar.
Na Visão do ELFO:
Decidimos sair do cemitério depois de ter matado o esqueleto. Já tínhamos a cabeça dele, então iríamos sair para conseguir a nossa recompensa por tê-lo matado. Era por volta das 11 horas da noite quando saímos e percebemos que tinha algo errado. Ouvimos uma risada estranha ao longe e havia uma criatura estranha que tacava abóboras na gente. Tentamos derrotá-lo, mas ele lançou um feitiço em todos nós que nos fez ficar dançando até amanhecer. Pela manhã, Klunk já tinha ido até a cidade e recebido a recompensa pela cabeça do esqueleto. Ele dividiu o dinheiro entre nós de uma forma não muito justa, mas eu aceitei, e fomos para a cidade porque passamos o dia anterior fora e precisávamos comer. Ao chegar na cidade, eu não fui direto à taverna. Fui até o grande painel cheio de missões que ficava no centro da cidade e peguei um folheto que chamou a minha atenção: "José, cadê você?" estava escrito no folheto da missão, e a recompensa era 1000 moedas de ouro. Era a missão que pagava melhor e por esse motivo chamou minha atenção. A missão consistia em procurar esse cara chamado José que aparentemente se perdeu no cemitério. Parecia bem fácil para mim. Logo fui atrás do grupo para sugerir que fizéssemos aquela missão, e assim que cheguei à taverna pude ver o caos naquele lugar. Havia pessoas correndo para todo lado e gritando frases desconexas. A única coisa que consegui entender era que uma tal de "tormenta" estava chegando. Fui até o grupo, que estava todo reunido na taverna, e expliquei a eles a missão e disse para irmos atrás do José e fugir da tormenta. Todos concordaram e então fomos ao cemitério. Seguindo o mapa muito bem desenhado por Klunk, chegamos a um campo aberto e, ao longe, era possível observar uma mansão. Escolhemos entrar nela para procurar o José. Durante o caminho, pude ouvir vozes falando comigo e não vou negar que fiquei com muito medo. O chão ficou vermelho, era como se estivéssemos pisando em sangue. Ao entrar na mansão, senti um forte cheiro de madeira mofada, como se o lugar estivesse abandonado há muito tempo. Do nada, um homem esquisito apareceu na nossa frente perguntando o que queríamos ali. Assim que eu expliquei que estávamos procurando José, ele nos mandou embora dizendo que José não estava ali, mas eu duvido muito que ele tenha falado a verdade e nós vamos continuar na mansão até acharmos José.
Na visão do MEIO-ELFO:
Pela graça de Lord Angus, após conseguirmos derrotar aquele mago nefasto, saímos em busca de voltar a Lunarfall; porém, ao deixarmos aquele cemitério horroroso, encontramos uma figura misteriosa que não tinha cabeça, o que me deixou intrigado, pois o anão de nosso grupo disse que se tratava do “Cavaleiro Sem Cabeça”, um morto-vivo antigo que só aparecia no mês de outubro para atormentar os vivos que vagam pela terra. Após aquela criatura hostil atacar meus amigos, mesmo que nós, meros pecadores, não sejamos realmente merecedores da graça de Lord Angus, pedi a ele que nos ajudasse, pois nenhum mal deve vagar por nossa terra protegida. Tentei expulsar o morto-vivo, mas preciso admitir que ele era um guerreiro destemido, pois mesmo que meu poder tenha feito seu braço evaporar em uma espécie de poeira, ele apenas voltou a gargalhar de forma assustadora e ainda lançou uma abóbora com uma vela em minha direção, fazendo-me dançar incontrolavelmente. Infelizmente, ninguém conseguiu derrotá-lo e teremos de esperar até a próxima noite de outubro. Depois de dançarmos a noite inteira, exaustos, retornamos a Lunarfall, fomos à taberna para comer e dormir, e assim se encerrava nosso dia. Ao despertar, finalmente descansado, fiz minhas preces a Lord Angus, pedindo bênçãos e proteção para mais um dia, e como Seu melhor servo e seguidor, aquele que pode guiar todos para a verdade, Ele me abençoou com Sua luz verde e Seu hino magnífico. Vesti minha armadura, paguei o atalaia da taberna e fui procurar meu amigo eladrin, aquele do nome estranho e cabelo engraçado, combinando de encontrarmos o resto do grupo para ver se havia alguma missão pendente e, de preferência, bem recompensada. Encontrei o pequenininho junto de Klunk, o Grande, contei minha ideia e eles concordaram desde que eu pagasse uma refeição a todos, o que fiz de imediato. Com o grupo reunido, descobrimos que um de nós encontrara um folheto sobre um tal de Juzé, desaparecido, cuja recompensa por encontrá-lo era de “miu” peças de ouro, apesar da grafia ridícula. Totalmente equipados, seguimos o mapa no verso do cartaz e, após muito chão, encontramos uma placa velha e ilegível; sem outra opção além de seguir o mapa, avançamos. Ao pisarmos no solo, percebemos que era uma gosma vermelha, quase um sangue consciente, e mais à frente havia um castelo lindo e assustador. Assim que o vi, lembrei-me dos estudos de clérigo: era muito semelhante ao Crepúsculo do Amanhecer, um culto antigo de indivíduos perturbados que veneram deuses há muito aprisionados por Lord Angus, hoje esquecidos, mas ainda adorados por criaturas degeneradas. Avistei o perigo e alertei o grupo para termos cautela. Entramos no castelo e vimos um ser misterioso no topo das escadas que nos perguntou o que fazíamos ali; a cada piscar de olhos, ele se aproximava, teletransportando-se cada vez mais perto. Mesmo respondendo calmamente, não o convencemos, e ele simplesmente desapareceu, até que criaturas semelhantes a aranhas gigantes surgiram e tentaram nos atacar. Mas, se a graça de Lord Angus estiver conosco, estaremos protegidos.
Na visão do ELADRIN:
Saímos do mausoléu rumo à taberna, tomados por uma fome avassaladora. No entanto, um infortunio ocorreu. No caminho surgiu uma figura aterradora: um cavaleiro sem cabeça, envolto por uma aura espectral, arremessando abóboras encantadas com um feitiço tão bizarro que nos fez dançar contra a própria vontade. Após algum tempo nessa humilhação, a montaria sombria do cavaleiro surgiu das sombras, o colocou sobre o selim e ambos desapareceram na distância como um pesadelo fugidio.
Exaustos, retomamos a marcha até a taberna e, assim que nos alimentamos, o sono nos dominou por completo e subimos aos quartos da taberna para dormimos ali mesmo. Passei a manhã inteira em estudos profundos, mergulhado em pergaminhos e anotações antigas, até que, já perto do meio-dia, deixei o quarto para sentir o calor do sol e clarear a mente.
Mais tarde, eu e meus companheiros nos reunimos para analisar uma nova missão encontrada em um cartaz. O objetivo era localizar alguém chamado Juzè, um nome tão peculiar quanto intrigante. Logo abaixo havia um desenho tosco de um pequenino feito de palitinhos e, no verso do papel, um resquício de mapa mal rabiscado. Mesmo com tão poucas informações, decidimos partir, movidos pela curiosidade e pela promessa de aventura.
Após uma longa caminhada, chegamos diante de um castelo imponente, embora apareentemente abandonado, atravessamos seu portão silencioso e, assim que entramos, uma criatura que se movia feito um vulto, teletransportando-se de canto em canto, surgiu diante de nós. Sua postura indicava que não apreciava nossa presença, num piscar de olhos, ele desapareceu, dando lugar a um enxame de aranhas gigantes, cada uma do tamanho de um cão adulto, rastejando em nossa direção com passos inquietantes...
Na visão do HALFLING:
Depois do cemitério resolvemos voltar onde iríamos nos alimentar e dormir por todos estavam cansados exaustos e famintos então quando estávamos saindo do cemitério encontramos um homem de canto ele estava não tinha cabeça mas não conseguimos ver então certamente com o seu cavalo ele começa a vir em nossa direção voou eu estava em cima de um amigo meu porém ele me joga a abóbora em cima da cabeça logo após não lembro de nada lembro-me só de acordar no dia seguinte porém meus colegas me disseram que eu dancei a noite toda não me lembro do que pode ter ocasionado isso só lembro de ter apagado e no outro dia ter acordado no outro dia logo pela manhã depois acordamos e voltamos para onde conseguimos dinheiro pela cabeça do monstro derrotado e conseguimos dormir e comer no outro dia resolvemos voltar para uma nova missão aonde está um menino não me recordo o nome desaparecido entre o cemitério e um lugar misterioso fomos até lá entramos em uma casa assustadora parecendo uma casa fantasma abandonada não pelo tempo mas sim por pessoas entramos casa dentro e logo após nos derraparmos com um homem um senhor acima das escadas pedindo o que nós estávamos fazendo nós como errados entramos sem nem pensar então o homem fica até transportando para trás frente até lado de nós e pedindo que nós estamos fazendo aí isso nos deixou com medo mas de repente seis aranhas brotam tamanho de cachorros aranhas enormes vindo em nossa direção a atacar que será que vai acontecer agora
Na visão do GOLIAS :
Klunk foi pra cima e achou um homem sentado num cavalo, ele joga abobora no Kluck , e Klunk dorme, Klunk acorda vai receber premio por que Klunk e poderoso, e Klunk volta pra dividir grana com amigos, por que Klunk e benevolente, e Klunk dorme, por que Klunk tava cansado , Klunk acorda vai ajudar amigos e vai comer, Klunk faz poção por que Klunk e boticário do bom, Klunk mata e destrói e vai ajudar. Klunk coloca recado no mural , por que amigos não iam entender se Klunk fala-se que quer ir atrás de vampiro, Klunk o poderoso consegue que os amigos vai atrás de vampiro e Klunk agora tá indo matar o vampiro chato.
Nenhum comentário:
Postar um comentário