Na visão do ANÂO
A taverna estava cheia como ombro de forja em dia de entrega. Sentei-me no balcão como sempre faço, calmo e atento às faíscas das conversas. Foi quando senti calor demais, de dentro para fora, como se a forja tivesse nascido de novo dentro do meu peito. Em segundos comecei a arder. Não sei se foi bênção ou maldição, apenas senti a carne lembrando o juramento. Um goliath enorme chamado Klunk reagiu mais rápido que muitos no meu passado. Pegou-me, carregou-me até um bebedouro de porcos e me submergiu. A água fria apagou o fogo, e eu pude ouvir o tilintar do metal no meu corpo com novo significado.
Klunk riu daqueles que chamam fogo de sofrimento, deu palmadas nas minhas costas e, surpreendentemente, convidou-me para um grupo. Havia mais quatro figuras, cada uma com cicatrizes e intenções distintas. Aceitei. O chamado para proteger e purgar ainda me movia. Seguimos para um cemitério nos arredores, Klunk consultando um mapa todo rabiscado com X e tracinhos como se todos os caminhos fossem feitos de piadas. Demos voltas e voltas, ouvindo as pedras sussurrarem sob os pés, até encontrar um caminho devastado levando para baixo.
Entramos por um túnel que descia como garganta de uma montanha. A escuridão era espessa, mas enxergamos, eu mais por hábito do que por alguma graça. Em um momento de distração, bati o cabo do meu martelo no próprio pé. A dor me lembrou que sou de carne e metal ao mesmo tempo, que não só forjo juramentos, mas os carrego. Segui adiante com o pé latejando, sentindo cada passo como se autorizasse minha própria promessa.
No fundo do túnel encontramos algo que feriu o espírito. Um esqueleto inteiro, vestido com armadura antiga, ergueu-se sobre um rio de sangue que cortava a cripta, com duas pontes arqueadas sobre ele. O silêncio ali tinha peso. O menor entre nós, alguém de voz firme mas aparência frágil, aproximou-se e, por razões que só o desespero explica, intimidou o que parecia um senhor das trevas. Vi a coragem onde meus martelos aprenderam a ser compassivos.
Quando tentei atacar, perdi o equilíbrio e cai no rio de sangue. A água era fria como cinzas e vinha com a sensação de levar mais do que o corpo. Quase nunca senti a morte tão de perto; era como se as cicatrizes na minha pele lembrassem cada fio de promessa que eu tinha. Comecei a sucumbir, respiração rasgada, o Pulmão de Ferro gritando. Foi Klunk que rompeu o combate do esqueleto, golpeando com uma força que partiu pedra e tremeu as paredes. Ele me puxou dali com mãos firmes e sujas, me arrastou para a margem e bateu no inimigo até que o osso não fosse mais ameaça.
Quando a poeira assentou, deram-me o coração daquele esqueleto. Era pesado, não só por carne morta, mas por simbolismo. Segurei-o e senti uma repulsa que me lembrava do juramento em minhas correntes. Usei meu Destruir Maldade com a mesma concentração com que forjo uma lâmina, e o coração se partiu em silenciosas faíscas que não queimaram nem a minha fé nem a minha memória. Sentir aquilo se desfazer foi como encerrar um capítulo que eu não sabia que ainda doía.
Voltei para a superfície mais cansado do que quando parti, e com uma certeza renovada. A forja dentro de mim não é só chama ou destruição. É vigilância, é cuidado com o metal e com o que ele fará. Aquele fogo que me consumira na taverna e a água que me salvou no cemitério me lembraram que equilíbrio é isso, equilíbrio e escolha. Agradeci a Klunk com um aperto de mão que tinha mais história do que palavras. Carrego agora comigo o coração destruído como se fosse cinza de oração, e a convicção de que continuarei forjando para iluminar, nunca para consumir.
Na Visão do ELFO:
Assim que cheguei a Lunarfall, senti meu estômago roncar. Estava morrendo de fome após tanto tempo de caminhada até aquela guarnição. Fui direto à taverna para me alimentar, mas instantaneamente me arrependi de ter colocado meus pés naquele lugar. Mal consigo descrever o que estava acontecendo, mas estava lotado de pessoas esquisitas que pareciam não saber se comportar decentemente. Contudo, também não sei o que eu esperava de um lugar como aquele. Assim que terminei minha comida, um cara enorme que se intitulava Klunk me chamou para me juntar ao bando dele em uma missão ao cemitério e me nomeou como líder do grupo. Só aceitei ir, pois a recompensa para quem concluísse a missão era um alto valor em dinheiro e, como líder, eu poderia tirar proveito daquilo. Ao entrar no cemitério, começamos a descer as escadas e, a cada degrau, aquele lugar ficava mais tenebroso. Após algum tempo, chegamos a uma sala enorme com uma piscina de sangue e, no final, havia uma criatura. Parecia um esqueleto e, pelo que ele disse, esperava pela nossa chegada. Klunk logo foi para cima dele, mas acabou sendo congelado, então todo o resto do grupo se juntou para tentar matar a criatura. O gnomo do nosso bando conseguiu arrancar uma informação valiosa dele. Para matá-lo, bastava apenas arrancar o seu coração, então foi isso que eu fiz. Saltei a piscina de sangue e fui com minha espada pronto para fincá-la no coração da criatura, mas Klunk conseguiu se descongelar e, com um único golpe, matou a criatura, arrancando seu coração. Nesse momento, ainda estamos dentro do cemitério e estamos dispostos a ir até o fim para descobrir o que mais vamos achar aqui dentro.
Na visão do MEIO-ELFO:
Por mais um dia, eu com certeza vou endoidar, tive que encontrar pessoas irritantes e arrogantes, que achavam que sabiam de tudo, mas não sabiam abrir uma porta direito, minha noite começa vendo uma montanha salvando um anão que não estava bem, não sei o motivo, mas não fui atrás de descobrir, só sei que entrei naquele lugar asqueroso que chamam de taberna, entrei e pedi uma refeição com aquele garçom que tem que ficar naquele lugar insalubre sem a presença de lord Angus, morro de pena. Mas fazer o que né, metade daquelas pessoas que ficam naquele lugar já estão perdidas, só eu com a luz de lord Angus para salva-los, após comer meu prato, eu sentia que minha audição estava em completa perdição, pois não conseguia ouvir mais nada, mas só sei que um rapaz que eu vi salvando o anão no começo da noite, o grande Klunk me chamou para se juntar a uma missão com ele rumo ao cemitério com o grupo que ele havia montado, então nós partimos. Ao chegar no cemitério, achamos uma entrada na qual era escura, porém eu conseguia ver, meus companheiros também, então quando entramos, achamos alguns mortos-vivos, criaturas repugnantes, na qual expulsei com facilidade pois são fracos comparados a mim e lord Angus. Após isso, achamos um local nojento cheio de sangue, mas isso obviamente não me assustou, pois já passei por coisa pior. No centro da sala sanguinolenta, havia uma grande criatura, que não parecia muito amigável, ele falou umas palavras na qual não me lembro, não sei se por causa da minha memória ou se era por conta da minha audição comprometida, mas sei que o que ele falou era contra o que eu acreditava como seguidor fiel de lord Angus, então quando vi que meu companheiro de equipe estava intimidando o que eu acredito ser um mago, eu com meu poder concedido por lord Angus, deixei ele cego, apenas para conseguirmos derrotá-lo mais fácil, que foi o que aconteceu, pois Klunk, conseguiu derrotá-lo. Ainda estou na dúvida sobre o que aquela criatura defendia, mas não espero ser coisa boa.
Nesta manhã, cheguei finalmente a Lunarfall, uma cidade envolta em névoas e mistérios. Dirigi-me de imediato à taberna local, um lugar barulhento e cheio de viajantes de toda sorte. Mal atravessei a porta, testemunhei uma cena insólita: um anão simplesmente começou a pegar fogo, do nada! Antes que eu pudesse reagir, um golias gigantesco o agarrou com uma só mão e o arremessou para fora, direto na fonte diante da taberna, extinguindo as chamas com um estrondo.
Após uma refeição surpreendentemente agradável, fui abordado pelo mesmo golias, que se apresentou como Klunk, acompanhado de um pequeno halfling, um elfo, um ranger, e, para minha surpresa, o próprio anão recém-incinerado, agora vivo e fumegante. Juntos, convidaram-me para formar um grupo de aventureiros. Nosso primeiro destino: o Cemitério Profanado, onde pretendíamos enfrentar as forças que ali se agitavam. Como eu precisava permanecer na região para investigar o Nodo, aceitei sem hesitar.
Partimos então rumo ao cemitério, um local devastado pelo Flagelo, coberto por névoas densas e um silêncio perturbador. Descemos por longas escadarias que se aprofundavam nas entranhas da terra, e logo surgiram os primeiros contratempos, Lins, o halfling, acabou desmaiando pelo caminho. Contudo, o verdadeiro desafio nos aguardava no fim da descida: um colosso esquelético, cujo era uma mago de sangue, Tauro, que parecia nos aguardar do outro lado de um lago imenso de sangue.
Sem hesitar, Klunk saltou para o outro lado e, com um golpe brutal, partiu o crânio da criatura em dois. Mas o triunfo foi breve, o monstro congelou Klunk em um instante e começou a se regenerar. Então, algo inexplicável aconteceu: Lins, de alguma forma, intimidou a aberração, fazendo-a hesitar, como se temesse algo invisível. Após alguns momentos, Klunk libertou-se do gelo, avançou e arrancou o coração pulsante do esqueleto, que se desfez logo depois.
Mesmo separado do corpo, o coração continuava a bater, emitindo uma energia sinistra. Foi então que Escaravelho, o "anão flamejante", com uma prece e um golpe divino, purificou o mal ali contido, fazendo o coração cessar seus batimentos e ali manter a paz no local… ao menos por enquanto.
Na visão do HALFLING:
Iniciei o dia indo para uma taberna na minha nova cidade, chegando lá vi um homem gigante e com muita aura, resolvi me aproximar e tentar amigar, cheguei e consegui, e depois de duas rodada de uma aposta de dado de cabeça, perdi dinheiro e ganhei, mas conseguimos montar uma equipe, com o Klanq o homem mais orgulhoso que já conheci, depois de nossa equipe montada por alguns arruaceiros, resolvemos ir até um cemitério fazer uma missão, chegando lá vimos rastros negros no chão, logo após resolvemos entrar em uma porta com uma longa escadaria, escuridão completa…. Não vejo mais nada, porém me recordo de alguns barulhos, e bum absolutamente do nada escuto um monstro morrer, sigo em frente e encontro uma armadilha, consigo desarma-lá facilmente, porém ela faz com que escorra um líquido espesso(veneno) coletei em um cantil emprestado pelo meu novo companheiro, e não sei oque fazer com o mesmo porém vou utilizá-lo certo, chegamos em uma sala com um lago enorme de sangue, parecia alguma seita religiosa, encontramos um esqueleto remexendo uma cabeça, meus amigos e eu tentamos atacar mas nada funciona, consegui intimidar ele com minha voz fina e tamanho minúsculo, ele se ajoelha perante mim, e me revela informações muito importantes, conseguimos derrotar ele arrancando o coração dele e destruindo tudo, pegamos sua cabeça para completar a missão, e então mais um dia se acaba, será que vamos conseguir derrotar o dono da seita religiosa?
Na visão do GOLIAS :
KLUNK mata KLUNK destroi
Klunk tava na taberna , Klunk chama anõeszes, elfinhos e outras caras que encontrar para ir atras de mostro no cemiterior, pois Klunk o poderoso ira matar o mostro , Klunk deceu alguns degraus matou bicho, matou outro bicho deceu mais e pulou uma poça de meleca vemelha, Klunk destruiu o mago caveira, arrancou a cabeça e trouxe de volta.
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